Escola Normal da Praça
O lado noturno das luzes
 
Carlos Monarcha

Campinas: Editora da Unicamp, 1999
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Escola Normal da Capital , Escola Normal Secundária, Instituto Pedagógico, Instituto de Educação "Caetano de Campos", Escola Normal da Praça. Estas foram algumas das denominações - oficiais ou afetivas - da Escola Normal de São Paulo, cujo edifício sobrevive até os dias atuais na Praça da República, na cidade de São Paulo.

Fundamentado em rico e variado conjunto de fontes - documentos oficiais, memórias, biografias, artigos de jornais, literatura, redações de alunos, hinos escolares, plantas arquitetônicas, cartões-postais, fotografias - e utilizando como fio condutor a metáfora do embate entre luzes e trevas, Carlos Monarcha apresenta a trajetória dessa instituição de ensino e, por meio dela, importantes aspectos do imaginário das classes sociais paulistas entre meados do século XIX e décadas iniciais do século XX.
História da Educação Brasileira
Formação do Campo
 
Carlos Monarcha (Org.)
António Nóvoa (Prefácio)
Roque Spencer Maciel de Barros
Raquel P. Chainho Gandini
Paulo Ghiraldelli Jr.
Jorge Nagle
Maria Luisa Santos Ribeiro
Leonor Maria Tanuri
Ijuí: Editora Unijuí, 1999. 168p.
Coleção Fronteiras da Educação
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História da Educação Brasileira: formação do campo reúne textos de professores/ pesquisadores autores de obras produzidas em nosso país nas últimas décadas e consideradas representativas no âmbito dos estudos históricos em educação.

Em um registro simultaneamente informativo e analítico, onde, por vezes, memória afetiva e trabalho de reflexão se entrecruzam, esses autores pertencentes a diferentes gerações e instituições universitárias retomam as circunstâncias de produção intelectual de suas obras acadêmicas, permitindo ao leitor apreender os desafios intelectuais relativos ao processo de constituição e institucionalização dos estudos históricos em educação no âmbito universitário brasileiro.

É leitura indispensável para todos aqueles que se interessam pela reflexão histórica envolvida com as urgências educacionais e culturais brasileiras deste final de século e de milênio.
Lourenço Filho
Outros aspectos, mesma obra
 
Carlos Monarcha (Org.)
Laurence Hallewell (Prefácio)
Antonio Gomes Penna
Maria do Rosário Mortatti Magnani
Estela Natalina Mantovani Bertoletti
Campinas: Mercado de Letras, 1997
151p
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Nem menos importante que a contribuição de Lourenço Filho como administrador na reforma da educação brasileira foi sua enorme e contínua produção escrita: uma bibliografia científica substancial sobre educação em português , muitas contribuições à literatura pedagógica da América Castelhana e de além-mar, traduções para o português de Pierón, Walther, Durkeim, e Binet e Simon, livros de literatura infanto-juvenil; e a redação de várias revistas sobre ensino, além de sua colaboração com a Editora Melhoramentos, cuidando de seus livros para crianças e da sua importante pedagógica. Um dos temas de seu interesse especial foi a obra daquele reformador educacional mais temprano, Rui Barbosa, mas em toda a história da educação brasileira há pouca dúvida de que o reformador mais importante foi ele mesmo, Manoel Bergström Lourenço Filho.

Neste aniversário do seu nascimento, ele bem merece este Festschrift póstumo, e é com grande prazer que o estou prefaciando.
Centenário de Lourenço Filho
1897 - 1997
 
Carlos Monarcha (Org.)
Antonio Paim (Prefácio)
Ruy Lourenço Filho
Leda Maria Silva Lourenço
Francisco Marins
Nair Fortes Abu-Merhy
PRaquel P. Chainho Gandini
Maria do Rosário Mortatti Magnani
Londrina: Editora UEL, 1997
157p.

Pedidos:
A/C Editora UEL
Campus Universitário
Caixa Postal 6001
Cep. 86051-990 Londrina - PR
Telefax: (43) 371-4674

Através desta obra propicia-se a professores, alunos de graduação e pós-graduação e a pesquisadores, a oportunidade de aprofundar conhecimentos sobre o Mestre que patenteou sua preocupação de ensinar e o costume de ler.
 
A Reinvenção da Cidade e da Multidão
Dimensões da modernidade brasileira: a Escola Nova
 
  Carlos Monarcha
São Paulo: Cortez Editora/Autores Associados. 1989
151p.
Coleção Educação Contemporânea
Série Memória da Educação
Pedidos:
A/C Cortez Editora/Autores Associados
Rua Bartira, 387
Cep. 05009-000 São Paulo
Tel. (11) 864-0111

Brasil. 1920. Da atmosfera densa e pesada - tal como no quadro de William Turner Chuva, Vapor e Velocidade - emergem silhuetas vagas e difusas. São os chamados reformadores sociais. Tendo como objetivo de interlocução o povo, propõem a reorganização da sociedade. No interior da comunidade de homens cultos e ilustrados, surgem os intelectuais formados no ideário da Escola Nova. Expressam um novo olhar que se debruça sobre o caos da cidade. Com diligência elaboram um projeto de transição para a modernidade. Nele estão presentes a celebração da arte e da técnica e das fantasmagorias originadas pela produção e circulação da mercadoria. Modernidade, um espelho ambíguo onde, às vezes, não é possível distinguir o espelho da imagem refletida. Tal como no quadro de William Turner a locomotiva projeta-se no espaço, mas ao mesmo tempo está imóvel. Embarque nela, leitor, e boa viagem.